EM DEFESA DA SAÚDE E DA VIDA, SOLIDARIEDADE, ORGANIZAÇÃO E LUTA!

O Sinpro Macaé e Região, juntamente com outras entidades e movimentos dedicados à Educação, tem defendido desde o início desta pandemia a necessidade de que as escolassejam mantidas fechadas enquanto não houver condições mínimas para reabertura e que a categoria dos profissionais de educação seja incluída como prioritária na fila de vacinação.

Não é novidade que defendemos os profissionais da educação e não queremos que eles sejam atingidos pelo “tsunami” que já levou 320 mil brasileiros à morte, pela contagem oficial subnotificada. A Covid é uma pandemia sem controle, que está matando um brasileiro a cada 20 segundos.

Não há testagem em massa na cidade que possibilite políticas de isolamento menos abrangentes, não temos vacina em quantidade suficiente. Tem-se apenas a presunção de que se poderia, com protocolos de saúde, impedir as pessoas de se contaminarem.

Não há protocolo que GARANTA a segurança dos trabalhadores, principalmente se o poder público não cumprir seu papel de fiscalização. O que se tem visto, por exemplo, no Rio e em São Paulo, é o adoecimento e morte de uma parcela significativa de professores, auxiliares, administrativos, atingindo também o alunado, desde o primeiro momento deste retorno precipitado e irresponsável das aulas presenciais.

A pressão que o lobby dos empresários da educação exerce sobre os governantes em todo país é clara. Aqui, em Macaé, houve até manifestações em frente da Prefeitura, a favor do retorno das aulas.

Os professores da iniciativa privada têm sofrido de maneira mais aguda essa cobrança. O medo disseminado pela insegurança do momento, pela perspectiva da perda do emprego se ousarem questionar as decisões irresponsáveis da escola, obriga esses profissionais a aturar abusos sem acionar as únicas instâncias que poderiam protegê-los.
Trabalham sabendo que escolas desobedecem ou não conseguem cumprir os protocolos até que finalmente se contaminam e se afastam. Inclusive, temos recebido ainda denúncias de professores que deram aula remota mesmo estando com Covid.

Sabemos disso, e por isso mesmo, como Sindicato, estaremos buscando esclarecer aquilo que a carta aberta de uma ex-funcionária de uma creche da cidade publicou em suas mídias sociais e foi reproduzida em várias páginas na internet.
Vamos buscar as autoridades competentes para averiguar se todos os protocolos foram cumpridos pela escola, para saber quantos profissionais foram ou estão afastados por Covid. Também iremos apurar se houve afastamento dos que tiveram contato com os infectados, para saber se houve testagem dos profissionais e se a escola deu suporte a quem necessitava.

Além de cobrar o cumprimento dos protocolos legais, é preciso ressaltar que os profissionais de educação não foram ouvidos durante a elaboração do Plano de Retomada. Não foi realizada nenhuma audiência pública, e os esforços de diálogo do Sinpro foram ignorados pela prefeitura de Macaé. Por isso entramos com ação judicial para questionar a legitimidade desse processo autoritário.

O Sinpro Macaé e Região milita há vinte e sete anos a favor dos profissionais da Educação.
O Sinpro defende a Educação de qualidade e o respeito à dignidade dos professores.
O Sinpro sabe que vidas perdidas não tem retorno, mas que as aulas podem ser repostas.
O Sinpro luta contra o LUTO nas escolas. O Sinpro sabe que, neste momento, Escolas Fechadas são Vidas Preservadas.

Queremos a volta das aulas presenciais, mas com segurança. Por isso lutamos pela vacinação de todos os profissionais de educação.

ESCOLAS FECHADAS , VIDAS PRESERVADAS!

Sinpro Macaé e Região
SEPE Macaé


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