Prefeitura relativiza gravidade e letalidade da doença e abre brecha para comunidade escolar retorne sem as duas doses da vacina

Com a chegada das vacinas contra a Covid-19, mesmo bem aquém do necessário para sanar Pandemia, era de se esperar que os números de pessoas adoecidas com gravidade começassem a cair. Mesmo com a sutil queda, a Prefeitura de Macaé relativiza o rastro de letalidade da doença na população e coloca a cidade na Bandeira Verde, que flexibiliza a transitação de pessoas em locais públicos, estabelecimentos e instituições.

Certamente, as escolas sofrerão pressão para reabrir suas salas de aula mesmo sem que professoras e professores estejam imunizados com as duas doses da vacina.

Sem nenhuma base científica e sanitária, o Governo Municipal decretou que as escolas podem abrir suas salas de aulas com capacidade de até 25% com qualquer bandeiramento, desconsiderando o decreto anterior que autorizava o retorno presencial híbrido somente na cor Amarela. É uma contradição, já que essa situação nivela por igual as bandeiras em relação ao índice epidemiológico de contaminação.

O Sindicato dos Professores de Macaé e Região vem afirmando seu posicionamento em favor da vida e pressiona
os políticos para que não facilitem a abertura dos colégios e acelerem a imunização da comunidade escolar.
A nota da Prefeitura de Macaé diz que a fiscalização sanitária continuará e estimula a população a ficar em alerta máximo, mas isso não é o máximo. É notório que a Administração Municipal não consegue dar conta do excesso de fiscalização, não somente nas escolas, mas em todos estabelecimentos públicos, privados, comerciais, entre outros.

“Insistem em não observar as instituições científicas. Estamos desde o início da pandemia no Brasil batendo nesta tecla. Ciência não é achismo, ela é método, tem protocolo de investigação pesquisada e aplicada por gente muito capaz. E são eles que apontam o fim deste tempo nebuloso com a imunização de toda a população e enquanto isso não acontece é o distanciamento social e o uso de máscaras que vão garantir a diminuição de vidas perdidas. Não queremos enterrar mais professores. Chega!”, relatou Guilhermina Rocha, presidente do Sinpro Macaé e Região.


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