Com os professores e as professoras da educação básica de Macaé há dois anos sem reajuste salarial, o Sinpro Macaé e Região e afirma a necessidade da negociação. A categoria e o Sinpro não aceitaram, mas reconhecem a complexidade da situação. A disponibilidade é para o DIÁLOGO!
As mensalidades escolares aumentaram, mas a categoria está há dois anos sem reajuste salarial!
Nos termos da legislação que regulamenta as mensalidades escolares (Lei N. 9870/1999) — que é extremamente generosa com as escolas —, o aumento do preço da mensalidade tem de se amparar na variação dos custos da operação da escola. Ocorre que na planilha de custo determinada pelo Decreto N. 3274/1999 —, cabe tudo. Do salário de professores e funcionários ao aluguel de imóvel que já pertence à instituição, passando depreciação do patrimônio, reserva para demissão de empregados e a remuneração dos sócios-proprietários (antecipação de dividendos). Tudo isso é repassado para as mensalidades.

Além de ganhar com a generosidade da planilha de custeio, as escolas particulares ganham também — e muito — com o aumento de custo do próprio serviço.
É preciso ressaltar ainda que as escolas particulares lucram de várias formas com a planilha de custo, sendo mais comum a diferença entre o índice de reajuste esperado e o aplicado ao salário de seus funcionários.

É tempo de garantir dignidade para quem ensina e da sociedade reconhecer a importância e o protagonismo dos professores.

O Sinpro Macaé e Região continuará aberto ao diálogo para debater a valorização dos professores e professoras pela DEFESA DA VIDA, vigilante na garantia dos DIREITOS dos trabalhadores em educação e dos postos de EMPREGO .

PROFESSORES E PROFESSORAS DE MACAÉ: DIGNIDADE PARA QUEM ENSINA!

A VIDA A CIMA DO LUCRO

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